Keep calm e pinte!

Keep calm e pinte!

Esse quadro foi o resultado de uma noite de insônia e inspiração. Ainda não dei um nome a ele, nem sei o que de fato ele representa. As pessoas sempre me perguntam qual o significado desta tela, mas a verdade é que deixei a imaginação fluir e o pincel correr, sem esboço ou planejamento algum.

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JacksonPollock.org – Pinte como Pollock!

http://www.jacksonpollock.org/ é um site bem interessante, no qual é possível pintar virtualmente, na tela do seu computador, um quadro no estilo do pintor norte-americano Jackson Pollock (1912-1956).

Pollock é um dos principais representantes do existencialismo abstrato, movimento na pintura caracterizado por obras que dão vazão ao inconsciente do pintor, fugindo da tradicional racionalidade presente na pintura moderna até então.

Leitura: Desobediência civil, de Henry David Thoreau

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Minha vontade de ler esse livro remonta a vez em que assisti, pela primeira vez, o filme maravilhoso do Sean Penn, cujo post de suas frases faz tanto sucesso neste blog: Na Natureza Selvagem (Into The Wild).

Finalmente chegaram em minhas mãos duas obras de Henry David Thoreau: Desobediência civil e Walden. A primeira eu acabei de ler e, a seguir, ainda neste post coloquei frases que fui sublinhando no decorrer de minha leitura, por achá-las significativas. O que posso dizer sobre Desobediência civil é que se trata de um livro pequeno, porém inquietante. Te leva a refletir sobre democracia e consciência individual, colocando essas duas questões em um conflito. Questiona a validade de se argumentar a verdade, ou a razão, como sendo sempre aquilo que é pautado pela maioria de um grupo ou uma sociedade. Também é interessante perceber o quanto são atuais as críticas que Thoreau faz a seu país, os Estados Unidos, em meados do século XIX.

Era isso. Espero que curtam as frases!

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“Não poderá existir um governo em que a consciência, e não a maioria, decida virtualmente o que é certo e o que é errado? Um governo em que as maiorias decidam apenas aquelas questões às quais se apliquem as regras de conveniência? Deve o cidadão, sequer por um momento, ou minimamente, renunciar à sua consciência em favor do legislador? Então por que todo homem tem uma consciência?”

“A única obrigação que tenho o direito de assumir é a de fazer a qualquer tempo aquilo que considero direito.”

“A lei jamais tornou os homens mais justos, e, por meio de seu respeito à ela, mesmo os mais bem-intencionados transformam-se, diariamente, em agentes da injustiça.”

“Um homem sábio não deixará o direito à mercê do acaso, nem desejará que ele prevaleça por meio do poder da maioria. Não há senão uma escassa virtude na ação de multidões de homens.”

“Vim a este mundo não, essencialmente, para fazer dele um bom lugar para se viver, mas para viver nele, seja bom ou mau.”

“(…) não importa quão limitado possa parecer o começo: aquilo que é benfeito uma vez está feito para sempre.”

“Num governo que aprisiona qualquer pessoa injustamente, o verdadeiro lugar de um homem justo é também a prisão.”

“Dá o teu voto inteiro, não uma simples tira de papel, mas toda tua influência. Uma minoria é impotente enquanto se conforma à maioria, nem chegando a ser uma minoria, então; mas torna-se irresistível quando se põe a obstruir com todo o seu peso.”

“O Estado nunca enfrenta, intencionalmente, a consciência intelectual ou moral de um homem, mas apenas seu corpo, seus sentidos. Não está equipado com inteligência e honestidade superiores, mas com força física superior.”

“Se uma planta não consegue viver de acordo com sua natureza, ela morre. Assim também é com o homem.”

“Será a democracia, tal como a conhecemos, o último desenvolvimento possível em matéria de governo? Não será possível dar um passo mais além no sentido do reconhecimento e da organização dos direitos do homem? Jamais haverá um estado realmente livre e esclarecido até que este venha a reconhecer o indivíduo como um poder mais alto e independente, do qual deriva todo seu próprio poder e autoridade, e o trate da maneira adequada.”

“Desobediência Civil”, de Henry David Thoreau. Ed. L&PM POCKET

Meeting people is easy – Grant Gee about Radiohead

Documentário imperdível para fãs de Radiohead!

Título Original: Meeting People Is Easy
Direção: Grant Gee
Gênero: Documentário
Origem: Inglaterra
Ano De Lançamento: 1998
Fotografia: Grant Gee

http://www.mediafire.com/?5l65vkd35a8yao9

http://www.mediafire.com/?jvusk2ep5ot6f0o

http://www.mediafire.com/?d4zo72g9v83s0jr

http://www.mediafire.com/?ooze930gfhzm2bq

http://www.mediafire.com/?5th7b2j84e268r8

E eis que surge a ideologia

Leitura de férias: Goethe e Yalom

Aí está, dois autores que escolhi para ler nessas férias que já estão quase no fim: Irvin Yalom e Johann Goethe. O que posso dizer é que não me arrependi da escolha, pois ambos se apresentaram a mim como excelentes autores. Nunca havia lido nada de ambos, então selecionei a obra-prima de cada um: Quando Nietzsche chorou (Yalom) e Os sofrimentos do jovem Werther (Goethe).

Os sofrimentos do jovem Werther é o tipo de livro que eu chamaria de importante, não apenas pela beleza da escrita de Goethe, mas pela profundidade com que ele aborda a psique humana. Tudo bem, é realmente uma boa história, todos um dia sofrerão por amor, talvez nem todos tenham o mesmo desfecho de Werther ao não ser correspondido por sua amada. Entretanto, o mais importante nesse livro nem é tanto a história, o romance, e sim as reflexões que Werther vai fazendo no decorrer das cartas que vai escrevendo a seu amigo, Wilhelm. Sim, o livro é do tipo epistolar, ou seja, é todo escrito na forma de cartas de Werther a seu melhor amigo e confidente. As reflexões de Werther e seus pensamentos sobre a vida, a sutileza e profundidade de alguns comentários que faz sobre assuntos diversos são marcantes nesta obra. É o tipo de livro interessante de ser relido de tempos em tempo e, certamente quem gosta de sair anotando frases dos livros que lê terá um bocado delas para registrar ao ler este livro.

O livro do Yalom eu já tinha há tempos, uns três anos mais ou menos, mas nunca tinha me interessado em ler. Até que decidi dar um crédito e ler as primeiras páginas. O livro é incrível, rico em detalhes a respeito do surgimento da psicanálise, bem como de como era a sociedade conservadora no seio da qual essa nova “ciência da mente” surgiu. As personagens eminentes que aparecem nessa história, tais como Nietzsche, Freud e o médico Josef Breuer são retratados de maneira envolvente e suas vidas se intercruzam em uma ficção bolada inteligentemente por Yalom. Este construiu sua ficção quase que totalmente embasado em dados concretos, e parece ter estudado a fundo as obras de Nietzsche para tentar construir o mais fidedignamente possível a personalidade do filósofo diante do leitor. Leitura muito prazerosa e instigante.

The Killers

The Killers

The Killers é uma banda que tenho ouvido bastante nas últimas semanas. O grupo é de Las Vegas e surgiu em 2002 apresentando um rock alternativo de excelente qualidade. Seus integrantes, Brandon Flowers (vocal e sintetizador), Dave Keuning (guitarra e vocal de apoio), Ronnie Vannucci (bateria) e Mark Stoermer (baixo e vocal de apoio) obtiveram uma ótima crítica e um reconhecimento do público em 2004, com o lançamento do debut da banda, intitulado Hot Fuss – disponível para download no final deste post. Logo, canções como Mr. Brightside e Somebody Told Me entraram nas paradas de sucesso de diversos países.

The Killers - Hot Fuss (2004)

O que, particularmente, me chamou a atenção para a banda, é que embora eles tenham poucas músicas que viraram hit mundo afora, todas as músicas do disco são muito boas e bem acabadas. Não é o tipo de banda que agrada com poucas composições. Eu aprecio muito, além das que já citei acima, All These Things That I’ve Done. De maneira geral, a sonoridade da banda lembra um pouco a dos anos 80, devido aos sons sintéticos presentes nas canções. Com o lançamento do segundo álbum (Sam’s Town), em 2006, o grupo assumiu novas características, marcando uma mudança considerável no estilo que a banda vinha apresentando desde seu primeiro álbum. Influenciados por músicos como Bruce Springsteen, incorporaram um espírito mais agressivo e rock and roll.

A banda lançou ao todo cinco álbuns até o momento: Hot Fuss (2004); Sam’s Town (2006); Don’t Shoot Me Santa (2007); SawDust (2007) e Day & Age (2008). No final deste post, disponibilizo um link para o download de um torrent que encontrei no The Pirate Bay com o qual é possível baixar toda a discografia da banda.

 Antes de baixar o álbum, assista abaixo ao clipe de Mr. Brightside.

DISCOGRAFIA COMPLETA THE KILLERS Baixe o torrent aqui


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